Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto
Kit Pedagógico
Março, Abril e Maio
2011
COMISÃO ORGANIZADORA
GT Kit pedagógico
CEC Elizabeth Gasperavícius
CEC Carrãozinho
CEC Santa Isabel
CEC São Pedro
CEC São Francisco de Assis
CEI Providência
CEI Maria Belém
CEI Mãe da Esperança
Casa Coração de Maria
1° Edição de 2011
Março, Abril e Maio
1-Apresentação:
CAROS EDUCADORES SOCIAIS!
Viver no mundo de hoje é um desafio, na medida em que há um bombardeio de informações a serem apreendidas e com as quais se deve operar para conduzir importantes atividades do dia-a-dia. Aprender, portanto, se concretiza, cada vez mais, como uma importante função a ser desenvolvida, o que acontece tanto no convívio social, de forma não intencional, como também, especificamente, em instituições organizadas como a nossa BOMPAR e que acredita no potencial de cada um.
Iniciamos com uma entrevista realizada pela Elaine assistente técnica do CEC São Francisco de Assis onde ressalta a caminhada da Maria Neves de Alencar Mattos que está no BOMPAR há treze anos. Observem que perseverança.
Para os Educadores Preparem-se para adentrar nas modalidades de mediação a leitura para ampliação do repertório de todos (Educandos e Educadores).
Apesar do fim das festas de carnaval recebemos a colaboração da CEI Providência com o histórico e projeto Celebrando o carnaval com Carmem Miranda ao qual está sendo desenvolvido, o mesmo compõe variedades de marchinhas, músicas do CD palavra cantada e samba para criança usem e abusem. As crianças vão amar.
Foco na C.F. (Campanha da Fraternidade 2011) estamos vivendo um momento crítico com nosso Meio Ambiente, e para desenvolver atividades que reflita a ação do homem contamos com a colaboração do CEC Elizabeth Gasperavícius com o projeto meio ambiente que pode ser utilizado para CECs e CEIs.
Para fazer arte educação, torne útil essa diversidade de dinâmicas enviadas pelo CEC Carrãozinho e CEC Elizabeth Gasperavícius, onde propõe atividades tanto para tempos de chuva como para área externa dos núcleos, a atividade recreativa exposta neste KIT Pedagógico terá utilidades para crianças, adolescentes e jovens, pois basta adapta-las às faixas etárias. Aproveite e brinque!
Arte com material reciclável, Não poderia faltar. Ouse da criatividade com os educandos e recicle.
Política e cidadania, Estão vivenciando momento de eleição para conselheiro, adentre mais a esse trabalho com a colaboração do Elizabeth.
Momento culinário, Reaproveitamento de alimentos essa é a idéia deliciosa, que o CEC Elizabeth Gasperavícius quer compartilhar com vocês provem e multipliquem.
Para finalizar indicamos alguns sites e filmes para aprofundar os temas.
2-Entrevista
A irmã Celina deu a ela um encaminhamento escrito para me entregar, pedindo que eu fosse falar com a Ana Maria na Sede Administrativa do Bompar.
Com ajuda de Ana Maria, preenchi um currículo, fui encaminhada para fazer uma entrevista na Creche Sagrado Coração e comecei a trabalhar como auxiliar de cozinha. Permaneci lá durante 2 anos, logo então recebi uma proposta de promoção para trabalhar como cozinheira na Casa Coração de Maria, mas não deu certo, por que o horário não era condizente ao meu horário de estudos.
No entanto mandaram para lá, a cozinheira Rita que era do CEC São Francisco de Assis, que aceitou mudar de núcleo para me dar lugar. Sou muito grata a ela, pois me ensinou todo o trabalho que eu iria desenvolver, e com a ajuda da irmã Aurora e da coordenadora Rose do CEC São Francisco de Assis onde permaneço há 11 anos, pude adquirir muita experiência durante o meu percurso no Bompar.
Estou na entidade há 13 anos e estou muito feliz, amo o meu trabalho e adoro toda a equipe do CEC São Francisco de Assis.
3-Para Educadores
MODALIDADES DIDÁTICAS DE TRABALHO COM LINGUAGEM *
ATIVIDADES DE LEITURA!
- LEITURA DIÁRIA OU SEMANAL:
Para trabalhar com a constituição da necessidade de ler regularmente, com diferentes finalidades, em especial, para informar-se a respeito de atualidades e temas relevantes para a vida cidadã ou assuntos em desenvolvimento e estudo em aula.
Trata-se de instituir um dia fixo na semana, no qual se leia em determinado horário.
- LEITURA COLABORATIVA:
- LEITURA COLABORATIVA:
Trabalhar com as capacidades de leitura, estudando o texto coletivamente, por meio da leitura que mobilize nos educandos capacidades (estratégias) de leitura necessárias para a construção da sua proficiência. A idéia é que as explicitações dos modos de obter informação para responder às perguntas tornem observáveis as estratégias que cada um utiliza para significar o texto, possibilitando a apropriação dessas estratégias por quem ainda não as construiu.
- LEITURA PROGRAMADA:
- LEITURA PROGRAMADA:
Trabalhar com a ampliação da proficiência dos educandos no que se refere à leitura de textos mais extensos, programando a leitura parte a parte. A partir da leitura prévia de cada parte, a educadora promove a discussão coletiva das mesmas, ensinando procedimentos de recuperação da parte lida anteriormente. O trabalho de discussão compreende também a mobilização de capacidades de leitura para a atribuição de sentido ao texto, considerando suas características mais específicas.- LEITURA EM VOZ ALTA FEITA PELO EDUCADOR:
Algumas finalidades: explicitar ao educando - por meio da fala do educador - comportamentos de leitor (critérios de escolha e apreciação das obras, por exemplo; recursos que utilizou para a escolha do texto - autor, gênero, editora, ilustrações, entre outros); possibilitar aos educandos que não lêem o contato com textos em linguagem escrita de boa qualidade; possibilitar aos educandos contato com textos que não escolheriam de maneira independente; ampliar repertório de leitura.
- ATIVIDADES SEQUENCIADAS DE LEITURA:
Possibilitar o estudo de determinado tema por meio de uma seqüência de atividades que prevêem a leitura de textos com grau crescente de ampliação e/ou aprofundamento de informações.- LEITURA DE ESCOLHA PESSOAL:
Possibilitar aos educandos a escolha de obras que contemplem suas preferências pessoais, permitindo que o educador tenha uma referência do tipo de leitura que já é da competência autônoma dos educandos.
- RODA DE LEITORES:
Possibilitar a socialização das leituras realizadas de maneira independente, com a finalidade de observar comportamentos leitores já construídos pelos educandos e, ao mesmo tempo, ampliar seu repertório por meio da explicitação dos comportamentos de todos.- LEITURA INDIVIDUAL COM QUESTÕES PARA INTERPRETAÇÃO ESCRITA:
Trata-se da atividade que permite ao educador analisar qual é a proficiência autônoma de seu educando em relação às capacidades de leitura que deverão se mobilizadas para responder às questões propostas. Não se trata, portanto, de atividade que permita intervenção processual na leitura, mas verificação de competência já constituída. É importante focalizar que a compreensão do educando será traduzida na escrita, o que requer a utilização de uma proficiência diferente,
que é a de produzir textos.- LEITURA EM VOZ ALTA :
Atividade que permite o trabalho com aspectos relativos à oralização de texto escrito como dicção, entonação, dramatização, entre outros. É preciso que aconteça em um contexto no qual oralizar texto escrito faça sentido. Para tanto, recorrer às situações enunciativas nas qual essa capacidade é solicitada: ler discurso em cerimônia de encerramento de ano letivo, de comemoração, ler textos em saraus literários, ler textos vários, em voz alta, para gravar CD de divulgação, anunciar, em supermercado, produtos e promoções, entre outras.
Texto para Reflexão
As três peneiras
Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:
O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
Três peneiras? - indagou o rapaz.
Sim ! A primeira peneira é a VERDADE.
O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE.
O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
Passou-se pelas três peneiras, conte!!! Tanto eu, como você e seu irmão irão nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Sócrates
4-Roda de Conversa
O momento da roda de conversa é o momento onde se estabelecem regras e combinados, as crianças emitem suas opiniões, discutem dificuldades, apresentam avanços e conquistas.
Nessa hora é preciso muito esforço para saber a hora de falar e saber ouvir, construir sentidos, estabelecer associações entre direitos, deveres, liberdade e respeito. É no momento da roda de conversa que também organizamos as atividades do dia.
As rodas também proporcionam as crianças a adquirir mais autonomia e independência para guardar seus pertences, calçar seus sapatos, escovar os dentes, descer e subir escadas, esperar a sua vez de falar e saber ouvir.
Assim, as discussões vão se desenvolvendo e à medida que vamos trocando novas experiências, as crianças vão adquirindo novos conhecimentos e reformulando opiniões sobre as coisas.
5-Mediação à Leitura
Carnaval
OLHA O CARNAVAL AÍ, GENTE!!!
O Brasil é conhecido como o "país do carnaval" e, como bons brasileiros, devemos saber um pouco sobre essa festa que contagia muita gente daqui e de diversas partes do mundo.
A HISTÓRIA DO CARNAVAL
O carnaval é uma festa popular muito antiga e, por isso, não se sabe
a origem exata dessa comemoração. O que se sabe é que essa tradição vem sendo transmitida de geração a geração há muitos séculos.
Quem trouxe o carnaval ao Brasil foram os portugueses, por volta de 1750. Nessa época, a festa era chamada de entrudo, palavra que vem do latim introitu e significa entrada, pois a comemoração começava na entrada (início) da Quaresma.
Mais tarde, surgiram as máscaras, as fantasias e as marchinhas. A serpentina (de origem francesa) e o confete (de origem espanhola) que enfeitam os bailes de salão chegaram ao Brasil em 1892.
Algumas fantasias, como as de Pierrô, Colombina, Arlequim e Rei Momo são bastante tradicionais, principalmente nos bailes de salão. Mas, mesmo com todo o sucesso desses bailes, o carnaval de rua é cada vez mais procurado e ainda preserva parte do folclore brasileiro.
a origem exata dessa comemoração. O que se sabe é que essa tradição vem sendo transmitida de geração a geração há muitos séculos.
Quem trouxe o carnaval ao Brasil foram os portugueses, por volta de 1750. Nessa época, a festa era chamada de entrudo, palavra que vem do latim introitu e significa entrada, pois a comemoração começava na entrada (início) da Quaresma.
Mais tarde, surgiram as máscaras, as fantasias e as marchinhas. A serpentina (de origem francesa) e o confete (de origem espanhola) que enfeitam os bailes de salão chegaram ao Brasil em 1892.
Algumas fantasias, como as de Pierrô, Colombina, Arlequim e Rei Momo são bastante tradicionais, principalmente nos bailes de salão. Mas, mesmo com todo o sucesso desses bailes, o carnaval de rua é cada vez mais procurado e ainda preserva parte do folclore brasileiro.
CARNAVAL DE RUA
Desde o início do carnaval brasileiro, muitas pessoas o comemoram nas ruas. Foram assim que apareceram os blocos e os cordões, grupos que cantavam músicas próprias e que deram origem
às escolas de samba.
Hoje, nos estados da Região Nordeste, o carnaval de rua reúne uma multidão de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros.
Cada estado tem sua maneira de festejar. Na Bahia, por exemplo, a grande atração são os trios elétricos e, em Pernambuco, danças tradicionais como o frevo e o maracatu fazem a festa de adultos e crianças.
Hoje, nos estados da Região Nordeste, o carnaval de rua reúne uma multidão de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros.
Cada estado tem sua maneira de festejar. Na Bahia, por exemplo, a grande atração são os trios elétricos e, em Pernambuco, danças tradicionais como o frevo e o maracatu fazem a festa de adultos e crianças.
O CARNAVAL BRASILEIRO
O primeiro carnaval brasileiro, segundo os historiadores, aconteceu em 1641. O governador do Rio de Janeiro, Salvador Correa de Sá Benevides, determinou que se dedicasse uma semana de festa para homenagear a coroação de D. João IV. O povo adorou a idéia.
No início, o carnaval era animado com canções portuguesas, como as quadrilhas. Depois, vieram a polca e os ritmos do carnaval italiano. Só em 1870 é que surgiu uma música tipicamente brasileira, o maxixe, e a primeira canção carnavalesca do país: E viva Zé Pereira.
Uma tradição do carnaval eram as brigas com ovos, limões, água e farinha, já cultivada em outros países. Na época da Proclamação da Independência, eram comuns essas batalhas. Até as orgulhosas senhoritas da alta sociedade participavam. Das varandas das casas, moças vistosas jogavam ovos e água nas pessoas que passavam na rua.
Uma tradição do carnaval eram as brigas com ovos, limões, água e farinha, já cultivada em outros países. Na época da Proclamação da Independência, eram comuns essas batalhas. Até as orgulhosas senhoritas da alta sociedade participavam. Das varandas das casas, moças vistosas jogavam ovos e água nas pessoas que passavam na rua.
O SAMBA
O samba tem origem em antigos ritmos trazidos pelos escravos africanos para o Brasil. Afirma-se que a palavra samba vem de samba, que significa umbigada ou união do baixo ventre em dialeto africano. No século XIX, esses ritmos africanos sofreram a influência da polca, da abanara, do maxixe e do choro. A arte do samba chegou ao Rio de Janeiro com as baianas que ali foram viver.
Justificativa:
A comemoração do carnaval tem um significado todo especial em nosso país é uma das festas mais esperadas por grande parte das pessoas, por sua tradição, cor, ritmo e magia. O centenário de Carmem Miranda vem abrilhantar ainda mais essa data que traz o samba em sua trajetória de vida.
Objetivo:
· Reconhecer o Carnaval como uma manifestação cultural brasileira e sua origem;
· Identificar músicas de Carnaval;
· Cantar e dançar marchinhas carnavalescas;
· Produzir trabalhos de artes como pintura, desenho, recorte e colagem;
· Despertar na criança o interesse em relação às folias carnavalescas resgatando tradições como a arte de Carmem Miranda.
Desenvolvimento:
- Conte brevemente a história do Carnaval e ressalte as diversas maneiras de comemorá-lo (Ruas, blocos, bailes, concursos e fantasias, desfiles de escolas de Samba);
- Providencie fotos ou imagens para que as crianças possam visualizar algumas manifestações carnavalescas e ritmos diversos (Frevo, Axé, Marchinhas);
- Elabore um mural com gravuras carnavalescas;
- Apresente alguns passos das danças carnavalescas e incentive-os a realizá-los;
- Roda de conversa: (Pedimos que cada criança diga de qual personagem gostaria que fosse a sua fantasia nesse Carnaval e peça para que cada criança se desenhe com essa fantasia);
- Oficina de Maracás: Pintar as maracás com as crianças, em seguida trabalhar com elas música, ritmo e expressão corporal;
- Oficina de Mascaras: Confeccionar com EVA máscaras enfeitadas com lantejoulas, areia, etc.;
- Oficina de artes: Montar uma oficina de arte onde cada criança irá fazer seu próprio colar de Carmem Miranda com materiais diversos como: canudos, miçangas, etc...;
- Espetinho de frutas: Fazer um espetinho de frutas diversas trabalhando cor, sabor, espessura com as crianças e ressaltando a importância das frutas para o crescimento e bem estar;
- Oficina da Fantasia: Confeccionar de TNT colorido o turbante da Carmem Miranda e colar frutas feitas de jornal ou de plásticos para um bloco carnavalesco;
- Oficinas de Musica: Apresentar algumas marchinhas carnavalescas para trabalhar as rimas completando-as oralmente, (Apresente Marchinhas de Carnaval antigas às crianças).
Culminância:
- Promover o Baile de carnaval na CEI;
- Entregar um CD de Carnaval como lembrancinha do evento;
- Durante o baile pode-se promover um Festival de Frutas incentivando uma alimentação saudável.
Desfile das Frutas:
Alas:
- Comissão de frente: Crianças vestidas de baianas e chapéu de frutas de Carmem Miranda na cabeça tocando maracás.
- Sugestão de Música: CD “Samba para Crianças” e CD “Carnaval” da palavra cantada
- Ala das Frutas.
Confeccionar juntamente com as crianças as máscaras com as respectivas frutas, tais como:
- Banana
- Maça
- Mamão
- Laranja
- Uva
- Abacaxi.
MÁSCARAS DE CARNAVAL
7-Espiritualidade
Campanha da Fraternidade 2011 – CNBB
Publicado em 5 de Dezembro de 2010
O tema da Campanha da Fraternidade de 2011 é “Fraternidade e a Vida no Planeta” que será voltada para o meio ambiente; e o lema é “A Criação Geme Como em Dores de Parto”. Dom Dimas Lara Barbosa, bispo auxiliar do arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro e secretário geral da CNBB, conta-nos que a Campanha da Fraternidade de 2011 reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, nas mudanças climáticas.
A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, desenvolvendo-se durante todo o período de Quaresma.

